O cidadão europeu que publicou esta história, comentou:
O nosso
Estado dá comida de graça, habitação, subsídios, assistência médica e educação
gratuita a qualquer pessoa nascida num País de outro continente, que diga ser
refugiada, o que originou que, de repente, chegassem dezenas de milhar de
pessoas.
De repente, os nossos impostos subiram para pagar todos os serviços
gratuitos, os apartamentos, e os custos gratuitos de saúde dessas pessoas.
Querem agora, que nas escolas se retire a carne de porco e as salsichas da
alimentação, pois dizem que é contra a sua religião, e querem que sejam
disponibilizados espaços, para construir locais onde possam praticar a sua
religião, querem que as suas raparigas andem cobertas e as suas mulheres não
aceitam ser atendidas num hospital, por médicos do sexo masculino, porque é
contra a sua religião e tantas outras situações que se as contássemos,
provocariam um pânico generalizado.
Chegámos ao ponto de, as caixas de cereais
matinais, o leite e outros alimentos, virem com rótulos bilíngues e sermos
obrigados a usar teclas especiais no telemóvel, para poder falar com o nosso
banco, no nosso idioma.
Estranho, também, é haver pessoas empunhando e acenando
com bandeiras, que não são a nossa, e ouvi-las berrando e gritando nas ruas,
exigindo mais direitos e liberdades gratuitas.
É apenas a minha opinião, mas
talvez esteja na hora de também o nosso governo desmontar o alimentador de
pássaros.
*Se concordar, reencaminhe; se não, continue a limpar a porcaria e
vá-se preparando para limpar ainda mais...*